

Da Redação
Benefícios trabalhistas como auxílio-doença e aposentadoria por problemas de saúde vêm sofrendo atrasos ainda maiores devido à greve dos médicos peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que passa de 70 dias em todo o Brasil. O tempo de espera para agendamento de perícia passou da média de 20 para cerca de 50 dias. O número total de atendimentos atrasados no Brasil passa de 670 mil, de acordo com balanço divulgado pela direção nacional na última semana.
Conforme a assessoria de comunicação do INSS no Rio Grande do Sul, os profissionais que seguem trabalhando passaram a priorizar as perícias iniciais para cada trabalhador. A Associação dos Médicos Peritos do INSS no RS estima que 60% dos trabalhadores estejam parados na Capital, enquanto no interior a adesão é maior em alguns locais.
Segundo o presidente da entidade, Francisco Luciani, não há qualquer previsão de retorno ao trabalho, já que não houve avanços nas negociações com o governo federal desde o início de setembro. Uma reunião prevista para a última semana como o ministro do Trabalho e Previdência, Miguel Rossetto, foi desmarcada.
Os médicos concursados do INSS pedem 27% de reajuste para recuperar perdas salariais acumuladas, além de outras reivindicações específicas. Já a greve dos demais funcionários do INSS, que durou 85 dias, foi encerrada no início de outubro.
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