

Da Redação
Colocar a locomotiva esmeraldina nos trilhos está muito difícil. O presidente interino José Luiz Coden assumiu o clube após dois processos de renúncias de ex-presidente (Lisete Frohlich e Carlos Santana).
Nesta semana, o presidente interino teve um desentendimento no AR, na Rádio Imembuí, com o técnico do time sub-19 Feliciano Corrêa. O treinador reclamou das condições dadas para o time jogar a Copa FGF da categoria. Já, o mandatário entrou no AR na emissora e rebateu o profissional.
O clube deve 4 meses de salários para os membros da comissão técnica e alguns atletas do Sub-19. Valor que deve ser negociado nos próximos dias. Em entrevista a Rádio Imembuí, na terça-feira (11/11), o presidente disse que hoje o Riograndense não teria condições de jogar a Divisão de Acesso devido as pendências que ficaram da Série A2 deste ano.
Contudo, reforçou que a direção vai tentar viabilizar a participação do campeonato do ano que vem:
“Não digo que a participação está a perigo. Agora que começamos a montar todo o quadro para a disputa do ano que vem. Eu presidente, hoje, nas condições que estamos, não participaria. Da forma que o clube está hoje não teria como jogar. Agora, no momento que nós colocarmos em dia as situações em atraso, podemos. O Riograndense deve participar, mas se a decisão fosse hoje não”, revelou.
Outros dirigentes do clube defendem o licenciamento da equipe para saldar as dívidas.
Nesta semana, o jornalista Gilson Alves, do jornal A Razão ouviu alguns dirigentes influentes no estádio dos Eucaliptos e existe uma divergência de pensamento quanto a participação na Divisão de Acesso.
Cláudio Zappe
“Eu acho que o licenciamento seria prejudicial, pois a parada pode ensejar um esquecimento do torcedor, coisa que não é boa e já aconteceu tanto com o Riograndense, quando com outros clubes. Entretanto, a situação financeira vivida, trás preocupações. Nos próximos dias será feita uma análise mais profunda para decidir o que será feito”, disse Cláudio Zappe ao Jornal.
Evandro Zamberlan
“A Série B do Gaúcho é um campeonato deficitário, mesmo com a verba que a Federação Gaúcha de Futebol distribui aos clubes. Nesse momento me parece que o mais prudente é não participar. Eu acho que tem que dá uma parada. Entendo que é o melhor caminho, pois tu só contrai dívidas. Tem certas coisas na vida que é melhor dar um passo para trás para depois dar um passo a frente”, afirmou Zamberlan.
Com informações e foto de Tiago Nunes – Peleia FC
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