

Da Redação
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Os médicos cubanos foram para as cidades onde nem os brasileiros nem os estrangeiros escolheram para trabalhar. Há 400 mil médicos no Brasil e menos de meio por cento se inscreveu no programa do governo para ir para lugares distantes dos grandes centros. É preciso colocar escolas de medicina no interior do País e reservar vagas para alunos vindos de áreas rurais. Essas são algumas das opiniões do professor de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Francisco Campos, que há 36 anos ajuda a formar médicos.
Ele já ocupou cargos de destaque no Ministério da Saúde e na Organização Pan Americana de Saúde. Atualmente é o único representante da América Latina na Aliança Global, que leva médicos para áreas carentes em todo o mundo.
Em entrevista ao jornal Valor, o professor de medicina disse que é besteira a discussão de que primeiro é preciso construir centros de saúde e comprar equipamentos, para depois chegar o doutor. Francisco Campos defende que alguns serviços hoje reservados exclusivamente aos médicos sejam feitos por outros profissionais de saúde, como enfermeiros e fisioterapeutas.
Ele diz que é a favor do programa do governo e que criticar os cubanos é um preconceito da pior espécie.
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