

Da Redação
Após a Justiça arquivar o processo, uma nova investigação causou reviravolta no caso de suposta fraude do maior prêmio individual da história da Mega Sena, em Fontoura Xavier.
O empresário que sacou o prêmio de R$ 119 milhões, em 2010, que inicialmente foi indiciado, agora é tratado como vítima no novo processo. Na semana passada, a Justiça aceitou a denúncia após nova investigação, e entendeu que um grupo de funcionários da Prefeitura da cidade simulou suposta fraude para ganhar o prêmio por meio de uma aposta coletiva.
O Ministério Público denunciou 12 suspeitos, incluindo o então prefeito José Flávio Godoy da Rosa e o ex-secretário de obras, José Carlos Pinto da Silva. O grupo reivindicava o dinheiro, alegando ter sido vítima de furto do bilhete premiado por parte de um colega que sempre realizava as apostas. Segundo o delegado Fernando Siqueira, um dos bilhetes que foi enxertado no conjunto de apostas do bolão como sendo uma das apostas, tinha a assinatura de Silva.
Na semana passada, a Justiça aceitou a denúncia por formação de quadrilha e denunciação caluniosa em concurso dos 12 suspeitos. Um deles também foi denunciado por coação e outro por falso testemunho. A juíza Karen Pinheiro também determinou que os réus não se aproximassem de duas testemunhas, uma delas funcionário da prefeitura, que foi indiciado no primeiro inquérito. Também entendeu que as duas estavam sendo ameaçadas para que mudassem seus depoimentos.
Da Redação com informações de Zero Hora
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