

Da Redação
A CPI dos Cemitérios ouviu ontem a secretária de Finanças, Ana Beatriz de Barros; a superintendente de Receitas da pasta, Marilene da Cruz, o ex-cargo de confiança Ricardo Prestes e a testemunha Elói Saccol. Ana Beatriz explicou o funcionamento das taxas dos cemitérios municipais. Marilene da Cruz explicou como funciona a arrecadação e o pagamento de taxas de serviços.
Saccol, por sua vez, foi chamado por estar cobrando documentos da Prefeitura, a devolução de uma aliança, da lápide e também dos restos mortais da mãe, sepultada no Cemitério Ecumênico Municipal em 2001. Por fim, a CPI ouviu Ricardo Prestes, que administrou o Ecumênico em 2011. Ele contou como funcionava a organização diária dos cemitérios municipais e como eram cobradas as taxas no Ecumênico. Prestes revelou que na administração do Ecumênico há um caderno com anotações de possíveis compradores e interessados em vender terrenos nos cemitérios.
Disse ainda que há pedreiros particulares nesses locais oferecendo serviços e também intermediando a negociação de lápides. Para a presidente da CPI, vereadora Deili Silva (PTB), há evidências de irregularidades nas administrações dos cemitérios do município.
*Com informações e foto de A Razão
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