

Da Redação
Um dos cinco candidatos à presidência da Fifa, Gianni Infantino propõe subir para 40 o número de seleções na Copa do Mundo. A Fifa deverá também "estudar a possibilidade de organizar a Copa do Mundo não somente em um ou dois países, mas em uma região", explicou nesta terça-feira (19/01), o suíço. Ele buscou inspiração no modelo adotado pela Uefa para a Eurocopa-2020, que será sediada em 13 países simultaneamente. Para promover uma "rotação" entre continentes na organização da Copa do Mundo, "cada Confederação terá que esperar pelo menos duas edições antes de poder organizar novamente um Mundial".
"Claramente, reconstruir a confiança da Fifa é essencial. É imperativo que a entidade, e todos ligados a ela, aceitem as reformas, para que a Fifa se torne uma estrutura moderna, de credibilidade e transparente", afirmou em comunicado. "Essas reformas precisam ser ao mesmo tempo estruturais e culturais e precisamos de mais transparência na gestão financeira", continuou o suíço.
Infantino afirma ter como objetivo "o fortalecimento significativo dos programas de desenvolvimento" da Fifa, organizar "um longo debate sobre o uso da tecnologia" e a criação "de um sistema justo e transparente para transferências de jogadores".
Na disputa à presidência da Fifa, Infantino terá quatro adversários: o xeque do Bahrein Salman Bin Ebrahim Al-Khalifa, presidente da Confederação Asiática, o empresário sul-africano Tokyo Sexwale, o príncipe jordaniano Ali, ex-vice-presidente da Fifa, e o francês Jerome Champagne, ex-secretário-geral adjunto da Fifa. O pleito ocorrerá no dia 26 de fevereiro.
Com informações de Correio do Povo
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